Protocolos
Condropatia Patelar
A condropatia patelar é o amolecimento ou desgaste da cartilagem que reveste a parte de trás da patela (o osso do joelho conhecido como rótula). É uma das causas mais frequentes de dor na frente do joelho, especialmente em pessoas ativas e em quem passa muito tempo com o joelho flexionado.
Na SLOW, o protocolo é específico para tratar a dor anterior do joelho atuando na causa, e não apenas no sintoma. Damos ênfase ao alinhamento, ao fortalecimento muscular e ao controle de carga, promovendo equilíbrio biomecânico e reduzindo o impacto sobre a articulação — para que o movimento aconteça com mais conforto e segurança.
Você tem complicações
no joelho?
Tratamentos baseados em diretrizes, protocolos e no que há de mais atual comprovados cientificamente.
Sintomas
A condropatia patelar costuma se manifestar com:
- Dor na frente do joelho, ao redor ou atrás da rótula.
- Piora ao subir e descer escadas, agachar ou ao levantar após ficar muito tempo sentado.
- Estalos, atrito ou sensação de ‘areia’ ao movimentar o joelho.
- Desconforto após atividades como corrida, ciclismo ou agachamentos.
- Sensação de fraqueza ou instabilidade na região anterior do joelho.
Causas
O problema geralmente resulta de uma combinação de fatores que sobrecarregam a articulação femoropatelar:
- Desalinhamento da patela — a rótula não desliza de forma centralizada, gerando atrito irregular.
- Fraqueza muscular — especialmente de quadríceps e glúteos, que deveriam estabilizar o joelho.
- Sobrecarga e excesso de treino — aumento rápido de volume ou intensidade sem preparo adequado.
- Encurtamentos e desequilíbrios musculares — alteram a distribuição de carga sobre a patela.
- Alterações biomecânicas — problemas de pisada, quadril ou tornozelo que repercutem no joelho.
Como tratamos
O tratamento é predominantemente conservador e voltado para corrigir a causa da sobrecarga, devolvendo equilíbrio e função ao joelho.
- Avaliação funcional e análise biomecânica — para identificar a real causa da dor e os padrões de sobrecarga.
- Fortalecimento direcionado — com controle preciso de carga e menor impacto articular (Keiser), reforçando quadríceps, glúteos e estabilizadores.
- Correção de alinhamento e controle de movimento — reeducação do gesto e da distribuição de carga.
- Controle de dor e inflamação — manejo dos sintomas para permitir a progressão do fortalecimento.
- Acompanhamento clínico contínuo — monitoramento da evolução e ajuste do programa conforme a resposta.